Redesign do site do maior museu da AL, o Museu Oscar Niemeyer
O Museu Oscar Niemeyer é o maior museu da América Latina — um espaço de referência cultural com programação ampla, acervo robusto e múltiplos setores de atuação. O site não era atualizado há dez anos e havia ficado para trás: visitantes não conseguiam encontrar informações básicas, e boa parte do que o museu oferecia simplesmente não existia na versão digital. O redesign precisava resolver os dois lados — a experiência de quem visita e a visibilidade de quem opera.

Site que finalmente dá conta do museu.
O MON entregou ao público um novo website: mobile-first, acessível, com arquitetura de informação redesenhada do zero e tecnologia que permite ao time de design criar e ajustar páginas com autonomia. Visitantes passaram a encontrar exibições, valores e compra de ingressos sem fricção. Setores que antes eram invisíveis no site ganharam presença. A compra de ingressos online aumentou.
Novo site
Após 10 anos
Resultado
Acessível e escalável
Benefícios
Maior autonomia às equipes do MON


Dez anos sem atualizar. Muita coisa acumulada.
O site do museu não recebia uma atualização relevante desde seu lançamento. Nesse intervalo, o MON cresceu — novos programas, novos setores, novas necessidades. O site não acompanhou. Parte da operação do museu simplesmente não existia para quem acessava pelo navegador.
Internamente, o acúmulo gerou atrito. Equipes que não viam seus setores representados no site sentiam isso como ausência — e expressavam essa insatisfação. Administrar essas expectativas foi parte do trabalho desde o início.
O momento do lançamento também carregava peso institucional. O novo site era peça estratégica para a gestão do museu. Isso elevou o nível de atenção sobre cada entrega e exigiu cuidado extra na condução do projeto.


O que a pesquisa confirmou
A pesquisa com usuários e os alinhamentos com stakeholders revelaram dois problemas que se alimentavam. Do lado do visitante: dificuldade em encontrar informações básicas — valores, horários, exibições em cartaz, como comprar ingresso. Do lado interno: setores inteiros do museu sem presença no site, o que gerava invisibilidade externa e tensão interna.
Duas apostas. Cada uma com razão de ser.
A primeira decisão foi refazer toda a arquitetura de informação com base no que os usuários precisavam encontrar — não apenas no que o museu queria exibir. Essa distinção importa. A tentação em projetos institucionais é organizar o conteúdo pela lógica interna da organização. A pesquisa mostrou que os visitantes tinham outra lógica, e o site precisava falar a língua deles.
A segunda foi tecnológica, mas com impacto direto no design: escolher uma plataforma escalável que desse ao time de design do museu autonomia real para criar e editar páginas sem depender de desenvolvimento. Um site que precisa de uma estúdio para cada ajuste não sobrevive dez anos. A escolha tecnológica foi, também, uma decisão de sustentabilidade do projeto.


Do conceito ao handoff
Liderei o projeto do início ao fim: organização das equipes e processos, conceituação, UI/UX e handoff para desenvolvimento. A maior parte da operação passou pelas minhas mãos.
Gerenciar as expectativas dos stakeholders foi tão exigente quanto o design em si. Com setores disputando espaço e um prazo de lançamento carregado de importância, manter o projeto no caminho certo exigiu negociação constante — e clareza sobre o que era decisão de design e o que era política interna.



Aprendizado
Em alguns momentos do projeto, percebi que o alinhamento com o cliente precisava de uma voz que não era só a minha. Busquei esse suporte dentro da equipe. Foi a decisão certa — sem ela, o atrito poderia ter comprometido não apenas o relacionamento com o cliente, mas o projeto inteiro.
Saber identificar quando você precisa de reforço e agir a tempo é uma habilidade que não aparece em nenhum processo de design. Mas faz toda a diferença no resultado.
Entre em contato pelo [LINKEDIN]
Redesign do site do maior museu da AL, o Museu Oscar Niemeyer
O Museu Oscar Niemeyer é o maior museu da América Latina — um espaço de referência cultural com programação ampla, acervo robusto e múltiplos setores de atuação. O site não era atualizado há dez anos e havia ficado para trás: visitantes não conseguiam encontrar informações básicas, e boa parte do que o museu oferecia simplesmente não existia na versão digital. O redesign precisava resolver os dois lados — a experiência de quem visita e a visibilidade de quem opera.

Site que finalmente dá conta do museu.
O MON entregou ao público um novo website: mobile-first, acessível, com arquitetura de informação redesenhada do zero e tecnologia que permite ao time de design criar e ajustar páginas com autonomia. Visitantes passaram a encontrar exibições, valores e compra de ingressos sem fricção. Setores que antes eram invisíveis no site ganharam presença. A compra de ingressos online aumentou.
Novo site
Após 10 anos
Resultado
Acessível e escalável
Benefícios
Maior autonomia às equipes do MON


Dez anos sem atualizar. Muita coisa acumulada.
O site do museu não recebia uma atualização relevante desde seu lançamento. Nesse intervalo, o MON cresceu — novos programas, novos setores, novas necessidades. O site não acompanhou. Parte da operação do museu simplesmente não existia para quem acessava pelo navegador.
Internamente, o acúmulo gerou atrito. Equipes que não viam seus setores representados no site sentiam isso como ausência — e expressavam essa insatisfação. Administrar essas expectativas foi parte do trabalho desde o início.
O momento do lançamento também carregava peso institucional. O novo site era peça estratégica para a gestão do museu. Isso elevou o nível de atenção sobre cada entrega e exigiu cuidado extra na condução do projeto.


O que a pesquisa confirmou
A pesquisa com usuários e os alinhamentos com stakeholders revelaram dois problemas que se alimentavam. Do lado do visitante: dificuldade em encontrar informações básicas — valores, horários, exibições em cartaz, como comprar ingresso. Do lado interno: setores inteiros do museu sem presença no site, o que gerava invisibilidade externa e tensão interna.
Duas apostas. Cada uma com razão de ser.
A primeira decisão foi refazer toda a arquitetura de informação com base no que os usuários precisavam encontrar — não apenas no que o museu queria exibir. Essa distinção importa. A tentação em projetos institucionais é organizar o conteúdo pela lógica interna da organização. A pesquisa mostrou que os visitantes tinham outra lógica, e o site precisava falar a língua deles.
A segunda foi tecnológica, mas com impacto direto no design: escolher uma plataforma escalável que desse ao time de design do museu autonomia real para criar e editar páginas sem depender de desenvolvimento. Um site que precisa de uma estúdio para cada ajuste não sobrevive dez anos. A escolha tecnológica foi, também, uma decisão de sustentabilidade do projeto.


Do conceito ao handoff
Liderei o projeto do início ao fim: organização das equipes e processos, conceituação, UI/UX e handoff para desenvolvimento. A maior parte da operação passou pelas minhas mãos.
Gerenciar as expectativas dos stakeholders foi tão exigente quanto o design em si. Com setores disputando espaço e um prazo de lançamento carregado de importância, manter o projeto no caminho certo exigiu negociação constante — e clareza sobre o que era decisão de design e o que era política interna.



Aprendizado
Em alguns momentos do projeto, percebi que o alinhamento com o cliente precisava de uma voz que não era só a minha. Busquei esse suporte dentro da equipe. Foi a decisão certa — sem ela, o atrito poderia ter comprometido não apenas o relacionamento com o cliente, mas o projeto inteiro.
Saber identificar quando você precisa de reforço e agir a tempo é uma habilidade que não aparece em nenhum processo de design. Mas faz toda a diferença no resultado.
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