Thomas Guimaro

Pivotando base de conhecimento para mercado de atendimento

O Droz Base é uma base de conhecimento corporativa — empresas centralizam conteúdo lá para que seus times acessem no dia a dia. O produto tinha tração, mas a empresa queria expandir para atendimento ao cliente, segmento onde os demais produtos já atuavam e o fit era claro.

Ano2023
PapelDiscovery, Research, Definição, Arquitetura de Informação, Prototipação, Validação, Interface e Handoff
LocalDroz
Droz Base — extensão para navegador

O resultado, primeiro

A solução para introduzir o Droz Base no mercado de atendimento ao cliente foi uma extensão para navegador que trouxe o conteúdo corporativo e a IA do Droz Base para dentro da mesma tela em que o atendimento acontece. O resultado foi: 30% de redução no TMA (Tempo Médio de Atendimento), analistas 75% mais produtivos e novos clientes nesse segmento.

Tempo Médio de Atendimento

30% redução


Performance dos analistas

75% mais produtivos


Entrada no segmento

Novos clientes

O problema

Os analistas, além de sobrecarregados de chamados, estavam sobrecarregados de abas. Durante um atendimento, precisavam alternar entre o canal com o cliente, a base de conhecimento, CRM e sistemas internos. A cada troca de contexto havia um custo, e um segundo a mais de espera era suficiente para comprometer a qualidade do atendimento.

Ouvir antes de pensar em solução

Começamos alinhando suposições com os stakeholders para mapear o que o negócio precisava. Em seguida, coleta de dados no segmento confirmou o que suspeitávamos: a fragmentação de ferramentas era o principal obstáculo. Mas dado não conta história — então fomos às entrevistas individuais.

As conversas revelaram as rotinas reais: como os analistas organizavam a tela, quais ferramentas não podiam largar, quais atalhos tinham criado por necessidade. Em paralelo, um benchmark ajudou a entender como as soluções existentes tratavam o problema e quais dores não resolviam.

A decisão

A decisão foi criar uma extensão para navegador: o conteúdo corporativo e a IA do Droz Base dentro da mesma tela em que o atendimento acontece, sem exigir que o analista saísse do contexto.

O conceito de extensão emergiu de um processo colaborativo entre design, produto e tecnologia. Após validação da solução, definimos a arquitetura: como o conteúdo seria acessado, como a IA seria acionada, como tudo isso caberia numa tela já densa sem criar nova sobrecarga. Os testes de usabilidade com protótipos de alta fidelidade — feitos no contexto real de trabalho — identificaram os pontos de atrito que refinamos antes da entrega.

Aprendizado

Conhecer a rotina dos analistas — as ferramentas que não podiam largar, os atalhos que tinham criado por necessidade — foi o que definiu o formato da solução. Sem esse entendimento, teríamos redesenhado a base de conhecimento. A extensão nunca teria surgido.

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